• Serpolait, mudança de itinerário
    14 juillet, par Débora Pereira

    Nativa da Suíça de língua alemã, Esther Ginier sonhava em produzir seu queijo favorito, o denominação de origem protegida Etivaz. Depois de dois verões passados nas montanhas para aprender a fazer, ela decidiu, aos 39 anos, deixar a vida urbana e se juntar a seu marido, Jean-Claude, que assumiu a fazenda de sua tia, a 1.400 metros de altitude no Comballaz, perto do Col des Mosses, em plena zona DOP. Depois de ter construído sua oficina - com tanque de cobre a lenha, seguindo todas as especificações (...)

  • Moléson, a moda dos queijos recheados
    14 juillet, par Débora Pereira

    Fabricante de queijos tradicionais suíços, queijos da tradição suíça (Gruyère DOP, Vacherin Fribourg AOP ...) no sopé dos Pré-Alpes de Friburgo desde 1920, a fábrica de queijos Moléson, localizada em Orsonnens, começou há doze anos a expandir sua gama de massas moles para se diferenciar no mercado nacional e na exportação.
    "Nós desenvolvemos muito as vendas para exportação nos últimos quatro anos devido a criação de queijos recheados com trufas, conhaque, pimenta, que são os mais populares, e outro", explica (...)

  • Jumi, a audácia
    14 juillet, par Débora Pereira

    Instalados no Vale do Emmental, perto de Berna, a queijaria Jumi nasceu em 2003 da ambição de dois amigos, Jurg Wyss (que deu o "Ju" para Jumi), 37 anos, e Mike Glauser (que deu o "Mi"), 34 anos. A família Glauser fabrica queijos artesanais, principalmente o Emmental, há cinco gerações. Quanto a Jurg, ele era agricultor. Os dois amigos tinham em comum o desejo de se destacar das denominacões de origem suíças e manter uma fabricação 100% de leite cru.
    Uma de suas primeiras criações foi o Bola de Belp, (...)

  • Willi Schmid, queijeiro prodígio
    14 juillet, par Débora Pereira

    No começo, meus compatriotas diziam que eu era doido, que não ia funcionar… » Willi Schmid tinha 38 anos quando ele decidiu deixar o anonimato de uma carreira modesta como empregado de um laticínio dar asas à criatividade. Ele, que até então havia trabalhado apenas nas fábricas do Emmental, Appenzeller e outros queijos suíços clássicos, estava frustrado por não ser capaz de concretizar todas as idéias que passavam por sua cabeça.
    Hoje, 13 anos depois, ele oferece uma gama de trinta criações de queijos (...)

  • Michel Beroud, franco-atirador
    14 juillet, par Débora Pereira

    Instalado há 30 anos em Rougemont, no cantão de Vaud na Suíça, Michel Beroud, 58 anos, teve dificuldades, na época, em fazer com que seus vizinhos entendessem que ele preferia o queijos cremosos do que massas duras. "Havia muito pouca diversidade de queijos moles na Suíça", lembra ele. "Durante meus estudos na école laitière de Moudon, eu fiquei muito atraído por essa tecnologia, foi a matéria que eu tive as melhores notas. Massas moles oferecem mais oportunidades para inovar, para fantasiar".
    >> (...)

  • A Suíça que ousa
    14 juillet, par Débora Pereira

    Audácia. Fortemente estruturada em torno de denominações de origem e abordagens coletivas, o país também conta com fabricantes de queijos atípicos que desenvolvem seu próprio repertório com originalidade e fantasia. Exemplos.
    Willi Schmid, queijeiro pródigo
    Jumi, a audácia

    Michel Beroud, franco-atirador

    Serpolait, mudança de itinerário
    Moléson, a moda dos queijos recheados